Operação crítica não pode depender de sorte.
Quando tudo funciona, ninguém vê a operação. Quando falha, todo mundo vê.
Ideias e ferramentas para quem lidera operações de tecnologia e segurança.
Receba o roteiro de postmortem sem culpa
Uma página para conduzir a análise de um incidente sem procurar culpados e sair dela com a operação mais forte. Gratuito, direto no seu e-mail.
Para quem responde pela operação
Supervisores, coordenadores e gerentes de operações em que uma falha vira manchete, multa ou glosa: tecnologia, segurança da informação, infraestrutura, suporte com SLA contratual e equipes de plantão.
Em especial, para quem era o melhor técnico da equipe e, de repente, virou o responsável por ela.
- Como investigar um incidente sem transformar a reunião num tribunal
- O que fazer quando alguém da equipe erra, sem punir nem abafar
- Por que o atalho que todo mundo usa é o próximo incidente
- Como decidir sob pressão, com informação incompleta
- Como reportar ao conselho e à diretoria em termos de risco, custo e continuidade
Sobre Rodolfo Magno
Lidero operações de cibersegurança em ambientes onde indisponibilidade e vazamento de dados não são opção.
Minha formação é em estratégia, e minha convicção é simples: segurança e confiabilidade são, antes de tudo, problemas de gestão e de decisão. A tecnologia importa, mas quem falha ou acerta é a organização.
- Doutor em Estratégia pelo COPPEAD/UFRJ
- Mestre em Economia pela University of Massachusetts Amherst
- Ex-oficial do Exército Brasileiro, com comando de pelotão de comunicações
Erro humano não é a conclusão de uma investigação. É o ponto em que ela começa.
Em preparação: curso de Gestão de Operações Críticas
O curso que eu procurei quando assumi uma operação crítica, e não encontrei.
Um curso gravado, em aulas curtas, para líderes de operação. Os temas: confiabilidade, cultura justa, decisão sob pressão e reporte ao conselho e à diretoria. Alguns dos casos são reais, anonimizados.
Quem está na lista fica sabendo primeiro quando o curso for lançado.